As telas fazem parte do nosso cotidiano. De acordo com um estudo recente, o tempo gasto em smartphones por milênios é estimado em 1 dia por semana; 3,2 horas por dia = 22 horas por semana = 49 dias por ano.

Outro relatório registra que os consumidores norte-americanos possuem, em média, quatro dispositivos digitais e gastam 60 horas por semana consumindo conteúdo por meio de mídia digital. Isto é dito deixando de lado o tempo gasto na frente de telas para atividades profissionais.

 

Sem dúvida, na era da vida social digital, as telas continuarão sua expansão.

Essas telas emitem luz visível artificial (AVL) constantemente. O uso diário de dispositivos eletrônicos (telefones celulares, computadores e tablets) leva ao aumento da exposição a fontes de LED que emitem em comprimentos de onda de luz visível. Mesmo que a quantidade de energia emitida por esses dispositivos eletrônicos seja fraca, os usuários estão muito próximos da fonte e passam muito tempo na frente dessas telas.

Um estudo analisou as telas de diferentes equipamentos: Apple iPhone 4S, Apple iPhone 5S, Samsung Galaxy S4, Apple iPad 2, Samsung Galaxy Tab, Samsung Galaxy Note2, DELL screen U2312MHT, DELL screen E7440). Os resultados demonstraram que os comprimentos de onda dominantes estão não somente na região da luz azul, mas também na região da luz vermelha e verde (RGB – red, green, blue).

Quais consequências na pele?

Enquanto os efeitos da exposição da tela nos olhos ou na qualidade do sono começam a ser bem documentados, o impacto na pele é bem menos compreendido.

Curioso para descobrir as consequências potenciais de tal ambiente sobre a saúde da pele, Gattefossé iniciou uma investigação de dois anos com CYTOO para determinar os efeitos diretos da exposição da tela na pele.

Pela primeira vez, essa radiação de luz visível emitida por tela foi precisamente caracterizado e foi desenvolvido um equipamento exclusivo que recria com precisão a luz característica emitida pelas telas.

Impacto na fisiologia da pele …

Na rede mitocondrial…

A mitocôndria, também chamada de usina das células, produz energia (ATP) essencial para a função biológica adequada das células.

CYTOO e Gattefossé descobriram que a exposição a telas enfraquece significativamente a função e a dinâmica mitocondrial, combinada à capacidade diminuída de produzir ATP. A maquinaria energética das células da pele é assim alterada; suas propriedades de mobilidade e comunicação estão prejudicadas, resultando em aumento da fadiga celular.

No citoesqueleto…

O citoesqueleto é uma rede de filamentos que dão suporte a membrana plasmática e permite a mobilidade e comunicação celular. Sob radiação, as fibras são desorganizadas e há uma redução na mobilidade das células.

Dano genômico…

A luz artificial influencia fortemente o perfil de genes de expressão em fibroblastos. Mais de 8% dos genes (2.984 em 35.000) de todo o genoma demonstram uma exposição desregulada após a exposição a essa luz.

Visível na superfície da pele…

A luz visível emitida por tela realmente atua como um estresse ambiental adicional para a nossa pele, induzida pelo nosso estilo de vida moderno. Como resultado, a tez parece desbotada e carece de vitalidade. A pele fica cansada.

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  • Luz Visível: a exclusiva proteção DNA fuller para rejuvenescimento digital: atua absorvendo os comprimentos de onda gerados por equipamentos digitais, reduzindo radicais livres DNA-depletores, impedindo o envelhecimento digital e manchas na pele;
  • Fator de Proteção de Ozônio: oferece proteção ao DNA celular, aumenta a resistência a metabólitos radicalares e reduz produtos finais de glicação avançada;
  • Ozonioterapia cosmética: doação de ozônio natural para as células;
  • Tecnologia urban age detox: possui alto efeito detoxificante, atuando sobre os resíduos cumulativos gerados pela poluição urbana;
  • Microorganismo basal para a beleza da pele: através do fermentado de Thermus thermophillus, promove booster proteção UV e IR.

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Fonte: cosmeticinnovation.com.br
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